
Era uma vez um rapaz com o nome de Luiz Carlos, que tinha o apelido de Caquinho. Tinha imaginações fora do normal. Ele achava que tinha gravado CD e vendeu milhões de cópias. Ele falava que era reconhecido no mundo todo. Que tinha jogado na Seleção. Que era famoso com vários récordes batidos. Que era monitorado por satélite. Que era soldado e que também era médico ou padre.
É gente, essa é a realidade que eu vivo, e também quero falar que caí na real. Como assim? Escrevendo, lendo, praticando esporte e tocando violão.
Mais uma vez por aqui vou ficando.